A pressa apressa o passo. Satura vontades, atropela o anseio.

Engole o querer,  ilude o corpo com um descontrole desejoso de vício mesmo acreditando que o controle por si só sufoca…

Procura satisfação sem freios… Quer a eternidade no segundo, atrasar o agora e acreditar que era exatamente essa a vírgula de vida que faltava.

O suspiro desenha um rompante de sanidade, de equilíbrio. Sigo os traços, borrando aqui e ali.

Rasura vestida de alternativa, sobrevida na inconstância… A incerteza resgata e significa quem vejo, todos os dias, no espelho.