Não diz o que me conforta a alma. Não faz o que me consola o corpo. São desabafos vazios, do teu ego que grita por socorro. Hoje eu quero paz de espírito, quero ouvir meu coração, quero verdade. Quero o meu próprio canto, o meu desabafo, a mim.
Hoje quero meu egoísmo abafado pela minha lucidez. Quero doer. Um suspiro após o outro. Quero o latejar do meu pulso no pescoço, a vida que acontece sem querer, o tropeço.
Quero a gargalhada do erro ingênuo, o sorriso da beleza percebida… Quero a vida que me falta de mãos dadas com a coragem que me sobra…



muito bom!!!!
Caraca , é bem por aí.